AndrA?meda A� uma das galA?xias mais prA?ximas da Via LA?ctea e tem sido um alvo para observaA�A?o detalhada durante dA�cadas. E agora esses esforA�os levaram A� descoberta do primeiro pulsar observado na galA?xia.

A descoberta foi possA�vel graA�as ao telescA?pio espacial XMM-Newton da ESA. O objeto gira sobre si mesmo a cada 1,2 segundos, e tem um companheiro que A?rbita a cada 1,3 dias.

O objeto A� o segundo pulsar extragalA?ctico jA? descoberto. O primeiro foi descoberto em novembro do ano passado na Grande Nuvem de MagalhA?es. Esta descoberta A� importante porque os astrA?nomos usam AndrA?meda como um modelo para a Via LA?ctea. Dada a sua forma e proximidade, AndrA?meda A� como a irmA? mais velha da nossa prA?pria galA?xia.

“EstA?vamos A� espera para detectar sinais periA?dicos entre os objetos de raios-X mais brilhantes localizados em AndrA?meda, em linha com o que jA? encontrado durante os anos 1960 e 1970 em nossa prA?pria galA?xia”, relatou Gian Luca Israel, um dos autores do artigo que descreve os resultados.

Andromeda_s_spinning_neutron_star

Os resultados foram publicados no Monthly Notices Letters da Royal Astronomical Society, porA�m a equipe estA? insegura sobre alguns parA?metros do sistema para os quais eles estA?o se baseando, se tratando de apenas duas mediA�A�es.

“Pode ser que o chamamos de ‘pulsar binA?rio de baixa massa de raios-X’ – em que a estrela companheira tem menos massa que o nosso Sol – ou, alternativamente, um sistema binA?rio de massa intermediA?rio, com um companheiro com cerca de duas massas solares, “relatou o autor da pesquisa Paolo Esposito.

“NA?s precisamos adquirir mais observaA�A�es do pulsar e seu companheiro para ajudar a determinar qual o cenA?rio mais provA?vel.”

Os pulsares sA?o uma classe especial de estrelas de nA?utrons pulsantes, altamente magnetizadas e que giram muito rapidamente. Eles sA?o os restos de certas explosA�es de supernovas. Eles emitem um feixe de partA�culas carregadas ao longo do seu campo magnA�tico, que tende a estar desalinhado com o seu eixo de rotaA�A?o, daA� o porque eles parecerem ser pulsantes.

Fonte: Royal Astronomy Society, XMM-Newton